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Paulo Augusto

terça-feira, 17 de maio de 2011

Treinado por Deus


Davi foi dos maiores reis dos tempos bíblicos.
Era um homem experimentado nas batalhas de seu país.
Quando o jovem matou Golias num desafio fora do comum, conquistando grande vitória sobre os Filisteus.
Este rei Davi era harpista e escrevia canções contando as suas lutas, vitórias, derrotas, enfim contando história da sua vida.
No Salmo 144:1 Davi escreve algo sobre si mesmo, que nos ensina uma grande lição de vida.
Ele escreveu o seguinte: "Bendito seja o Senhor, minha rocha, que treina as minhas mãos para a peleja e os meus dedos para a guerra."
Nesta jornada da vida todos nós temos inimigos.

Não me refiro a pessoas, mas a doenças, problemas emocionais e psicológicos, medos, fraquezas, vícios, etc.
Conforme Davi, a solução para ser um vencedor é ser treinado por Deus.
Eu o desafio a ler as Escrituras Sagradas, e descobrir o mais alto conceito de arma espiritual que o fará um vencedor diante das batalhas da vida.
A grande verdade é que uma pessoa que conhece a Deus, seus propósitos e seu amor, será um vencedor.

Quem é treinado por Deus vence o jogo, ainda que seja necessário virar o placar.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Sonhar é preciso

Atividade estimula o processo criativo

A sequência de imagens e eventos com a qual a nossa imaginação é aturdida enquanto dormimos tem sido objeto de estudo em todo o mundo. Fruto da atividade cerebral durante o sono, o sonho é considerado uma atividade neural primária que nos ajuda a, por exemplo, consolidar memórias. Embora ninguém saiba ao certo como eles são compostos e o que simbolizam, os sonhos são capazes de estimular a criatividade e de auxiliar na solução de problemas.

Segundo o médico Shigueo Yonekura, especialista em distúrbios do sono pelo Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, sonhamos de três a quatro vezes por noite. “O primeiro estágio do sono é superficial. Nos 30 ou 40 minutos seguintes ele atinge sua fase mais profunda.” Yonekura afirma que duas horas após o adormecimento, as pessoas entram na chamada fase REM (movimento rápido dos olhos), estágio do sono em que os sonhos ocorrem.

“Durante esta fase o cérebro está muito ativo, os olhos se movem debaixo das pálpebras e os grandes músculos do corpo estão relaxados. Se acordadas nesse período, mais de 90% das pessoas dirão que estavam sonhando”, afirma. Para se ter uma ideia da importância da fase REM, uma pesquisa realizada na Universidade da Califórnia, EUA, sugere que esse é o estágio do sono mais importante para o processo criativo, superando até mesmo o período em que estamos acordados.

Publicado em 2009 no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, o estudo defende que o sono REM permite que o cérebro estabeleça novas ligações entre ideias não relacionadas. Esse estímulo é chamado de ‘rede associativa’. Segundo os pesquisadores, é justamente essa associação que ajuda a promover soluções criativas para os problemas e esse processo é facilitado pela mudança nos sistemas neurotransmissores durante o sono REM.


Sonhando e aprendendo

Outra pesquisa, realizada no ano passado, revelou o papel dos sonhos na consolidação da memória e do aprendizado. De acordo com os pesquisadores, os sonhos nada mais são do que a indicação de que o cérebro adormecido está em plena atividade, ocupadíssimo com o processamento de novas informações e agrupamento de memórias antigas. Isso não significa, no entanto, que os sonhos sejam os responsáveis pelo aprendizado. Quando temos uma nova experiência, ela aciona uma série de eventos paralelos para que o cérebro consolide e processe as memórias.

Mas, você deve estar se perguntando: se os sonhos são tão importantes para o processamento de nossa memória, por que dificilmente conseguimos nos recordar deles? Isso ocorre devido ao baixo nível de serotonina (responsável pelo controle da memória) durante os sonhos. Por isso, normalmente só lembramos o conteúdo do que sonhamos ao fim do sono, quando os níveis do neuromodulador voltam ao normal.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

10 Dicas de Criatividade

Antes de mais nada: não existe “receita mágica” para se ter idéias diferentes. Qualquer um que tente convencê-lo do contrário tem boas chances de, na melhor das hipóteses, estar iludido – ou não saber ao certo o que criatividade significa. Afinal de contas, a partir do instante em que haja uma fórmula para se pensar novas coisas, elas já não serão mais novas.

Não sou psicólogo nem “criativólogo”, tudo que conheço na área vem de prática e observação. Quando estou bloqueado, sempre penso em crianças e no que elas fariam. Observando-as, descobri algumas atitudes que podem ajudá-lo a buscar saídas originais para os mesmos velhos problemas. Seguem algumas delas:

1. Relaxe. Essa é a dica mais importante. Para se ter idéias é preciso estar em um estado de espírito tranqüilo, com o mínimo de estresse possível. Pense em outras atividades que sempre mudam: dançar, cozinhar, fazer piadas... sob pressão, buscamos atalhos para o raciocínio, e as velhas rotas são sempre mais rápidas e seguras.

2. Colecione tudo que puder. Rótulos, embalagens, folhas, revistas velhas... junte todas as tranqueiras que conseguir. Quando reciclada, essa velharia que inferniza o seu próximo pode ser de grande serventia.

3. Seja curioso. Aprenda outras coisas, não tenha medo de perguntar tudo, mesmo que não tenha nada a ver com a sua área. Os verdadeiros criativos não são esnobes nem auto-centrados. Quem age assim normalmente é só inseguro.

4. Mexa-se. Dê uma caminhada, tome um banho. Ative sua coordenação motora e oxigene o cérebro. Dormir também pode ser uma boa, contanto que você tenha um caderno de notas à mão.

5. Redecore sua mesa, desktop, espaço de trabalho. Mude a posição de mesas, cadeiras e livros, troque seu ponto de vista, coloque objetos interessantes ao alcance da mão, provoque seu subconsciente.

6. Tome notas. Picasso, Hemingway e muitos outros nunca saíam de casa sem seus caderninhos Moleskine. Boa parte das “sacadas” tende a desaparecer quando tentamos fixá-las na memória. Anote tudo sem compromisso com o layout ou mesmo com a gramática. O caderno não é um diário nem um blog. É seu e só seu.
7. Desapegue. Dê parte das suas coisas, empreste, troque. Faça o mesmo com suas idéias. Nunca tenha medo que alguém as “roube”. Tenha em mente que, ao contrário de mercadorias, quando se trocam idéias elas não deixam suas mãos. Pelo contrário, ficam mais fortes.

8. Pergunte “por que as coisas são do jeito que são?” pelo menos umas cinco vezes por dia. Faço isso há anos, o que já me levou a diversas situações constrangedoras.

9. Desmembre. Divida frases, situações, objetos em diversas partes, nem que seja para descobrir que o todo é muito maior que a soma delas. Ao dividi-las, os objetos e conceitos “grandes” e assustadores são transformados em objetos menores e muito mais maleáveis.

10. Observe o mundo à sua volta. Preste especial atenção a crianças, camelôs, uniformes, pessoas “diferentes”, artistas e suas obras, brechós, locais abandonados, plantas, mapas, diagramas técnicos, lojas especializadas... há uma enorme riqueza pictórica no mundo.
Se nada disso der certo para se ter uma boa idéia, pelo menos será garantia de diversão e relaxamento, o que sempre é lucro.


Criatividade - mais 10 dicas

Por mais que todas as teorias de educação preguem o contrário, o fato é que as escolas treinam as crianças para que busquem a solução CORRETA, não a criativa. A maioria das pessoas nasce relativamente livre para ser, com o tempo, continuamente reprimida até quase não sobrar idéias. Em outras palavras, a criatividade é inata; a “caretização”, aprendida.

Esse sistema predatório em busca de “resultados” torna a massa extremamente dócil, já que, em qualquer cultura, é preciso coragem para se ter idéias novas. E muito, muito mais coragem para expô-las. Quantos não pensaram que a Terra era redonda mas não eram machos o suficiente para dizê-lo? E que o homem e o macaco tinham um antepassado em comum? Mesmo hoje, quantos não reprimem idéias que poderiam levar a um mundo melhor apenas pelo medo do ridículo?

Pois é. Para se ter idéias novas é preciso motivação, encantamento, relaxamento e, acima de tudo, uma baita duma coragem. Com isso em mente, seguem mais 3 dicas:

1. Informe-se. A inspiração não surge do nada. Pessoas criativas normalmente conhecem a fundo os temas sobre quais opinam.

2. Desfoque. A pressão para pensar em um único tema é uma inibição latente. Por mais que falem maravilhas de se permanecer “concentrado”, é sempre bom ter em mente que esse processo restringe e limita idéias novas.

3. Busque experiências diferentes. Entre em contato com manifestações artísticas ou atividades físicas inéditas.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Falido há 16 anos, marca do Banco Nacional ainda tem força


Instituição foi pioneira em Marketing Esportivo no Brasil


O ano de 1995 ficará marcado para ex-correntistas e amantes do esporte e da ousadia pela quebra do Banco Nacional. A instituição destacou-se no mercado brasileiro por seu pioneirismo em Marketing Esportivo em uma época em que pouco se falava e se via estas iniciativas. A marca do banco ganhou força quando passou a patrocinar o piloto Ayrton Senna e o Jornal Nacional, da Rede Globo.

Fundado em 1944 pelos irmãos José e Waldomiro Magalhães Pinto, o Banco Nacional confirmou a estratégia de investir em esportes ao colocar sua marca no uniforme de Vasco e Fluminense nos jogos finais do Campeonato Brasileiro de futebol de 1984. Toda ousadia do banco fez com que a marca, até hoje associada ao maior ídolo do automobilismo nacional, ganhasse o respeito e o carinho dos brasileiros.

Apesar de falir em 1995, até hoje as pessoas guardam memórias positivas da instituição. "A imagem que temos de um banco é de algo ruim, que nos cobra no final de cada mês, mas o Nacional conquistou posição interessante principalmente quando originou o nome do Jornal Nacional", diz Marcelo Boschi, professor de Branding da ESPM-RJ, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Pioneirismo

Após a falência, os ativos do Banco Nacional foram adquiridos pelo Unibanco (hoje Itaú) e os passivos ficaram para o Banco Central. Este processo, porém, não parece ter arranhado a marca, mesmo após ser eliminada pela do Unibanco. "Quando a empresa fecha as portas, sua marca se deteriora porque ela perde a referência principal. Isso não acontece com o Banco Nacional pois a marca ainda tem esta referência", acredita Boschi.

A principal diferença do Banco Nacional com relação às outras instituições financeiras da época foi investir em ações diferentes. "Era um banco muito agressivo ao fazer Marketing numa época em que no Brasil esta disciplina era embrionária. Lembro deste tipo de ação feita quando não havia uma estratégia ou ação de Marketing bem estruturada", afirma o professor de Branding da ESPM-RJ.

A trajetória do Banco Nacional na construção de um relacionamento com o consumidor foi baseada na emoção. Presente nos momentos de lazer das pessoas, a marca obteve algo que foi e ainda é o que qualquer empresa gostaria de ter: afeto. "Pode parecer estranho para os jovens, mas a marca do Banco Nacional era muito querida. Já a marca Unibanco não tem esse apelo", conta.

Marca querida

Ser uma marca querida pelas pessoas é o sonho de consumo das empresas. No mercado financeiro, este trabalho se torna ainda mais difícil. Buscar esse sentimento em marcas de bancos, que no final do mês cobra uma fatura, é muito mais complexo. "A marca é que deixa saudade e não o banco", explica Boschi.

Se comparado com o banco Panamericano, que recentemente quase foi à falência, a marca do Banco Nacional reafirma seu poder. "O Panamericano tem uma marca fraca que quase não existe. É apenas um nome. Se o banco morrer agora, não vai ninguém ao enterro dele e tão pouco deixará saudades", afirma.
De acordo com Boschi, a lacuna deixada pelo Banco Nacional não foi preenchida por nenhum outro banco.

Mas a marca que mais se aproxima em termos de investimento em esportes é a do Banco do Brasil. "A instituição faz um esforço enorme em patrocínio esportivo. O Santander tem esse viés, talvez até melhor estruturado, mas o Banco do Brasil se aproxima mais das pessoas", completa Marcelo Boschi.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Qual a diferença entre Publicidade e Propaganda?

Certo dia, ouvi uma pessoa perguntando para o seu amigo o seguinte: “por que as faculdades sempre dizem que o curso é de publicidade e propaganda? Não é a mesma coisa”? Nesse momento, parei alguns segundos para refletir sobre a questão. Muita gente, até mesmo quem trabalha na área, não sabe a diferença entre uma e outra.

Puxei pela memória as aulas na faculdade. Na época, o professor tratou logo de identificar os supostos “irmãos gêmeos”. Propaganda é o ato de divulgar idéias, conceitos e valores sem fins lucrativos. Publicidade é fazer isso com objetivo de lucro por parte do anunciante.

Quando alguém pede um minuto da sua atenção para falar sobre a vinda de Jesus, ela está fazendo propaganda da sua religião, pois o único interesse dela é te convencer a fazer parte da Igreja da qual ela participa. Mas se no meio desse discurso aparecer a marca de uma loja de artigos religiosos, transforma-se em publicidade.

Outro bom exemplo é a campanha de combate à dengue. Quando o Governo Federal veicula peças mostrando as formas de prevenção ao mosquito, isso é propaganda. Se a Raid faz o mesmo, é publicidade.



No dia a dia, acredito que essa diferença é irrelevante, afinal os publicitários trabalham com as duas formas de comunicação e em alguns momentos, elas se misturam. O importante é que a mensagem seja passada de forma clara e objetiva.

Por outro lado, é bom ficar por dentro desse assunto, pois é terrível um publicitário não saber diferenciar o que é propaganda do que é publicidade. É o mesmo que trocar o nome de dois gêmeos e não se importar com isso.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

COMO SER UM CONQUISTADOR....ou como deixar de ser um fracassado!!!

Para ser um grande conquistador é preciso:

1. Ter visão CLARA (você realmente sabe o que você quer?);

2. Ter FOCO (NÃO permitir que NADA desvie a sua atenção do objetivo);

3. Não desistir (Tem gente que desiste dos seus sonhos por qualquer coisa!);

4. Estar disposto a pagar um preço (toda conquista tem seu preço).

**Um grande conquistador não desiste NUNCA!!!

**Tem gente que desiste dos seus sonhos por qualquer coisa!

Ouvi esses argumentos (que na minha opinião são totalmente convincentes e coerentes) e apesar de já saber de tudo isso (como você também sabe claro) me senti como naqueles dias em que temos a impressão que a gente acorda, desperta ou simplesmente consegue entender, absorver algo que sempre soubemos e até mesmo aconselhamos os outros a fazer, mas que na verdade não colocamos em prática! E na verdade essa é a diferença entre as pessoas que têm e as que não tem sucesso: COLOCAR O QUE JÁ SABE EM PRÁTICA!

E pensando nisso li um artigo muito interessante que inicia falando sobre como ter sucesso e sobre pessoas vencedoras que foram também grandes conquistadores, porém, ao longo do artigo fala sobre as características de um fracassado:
“- O fracassado sempre espera que alguém lhe mostre o caminho. Ele pergunta a todos ao seu redor o que deve fazer, qual o caminho certo a seguir e não toma a iniciativa de fazer um movimento sequer sem receber um conselho de alguém. Acha que existe uma fórmula certa, um caminho certeiro para o sucesso que algum dia descobrirá levando-o diretamente ao topo.- O fracassado espera sempre que haja alguém para pegá-lo pela mão e guiá-lo pela vida. Está sempre pedindo conselhos, não toma decisões sozinho e se preocupa demais com a opinião alheia.

- O fracassado tem pavor de errar, tornando-se muitas vezes perfeccionista. Fica se torturando pelos erros passados e a cada novo erro fica ainda mais temeroso de tentar novamente.- O fracassado vê obstáculos como fim do caminho e não como algo a ser superado, geralmente desistindo do fim almejado e partindo para outro objetivo, achando que aquele já não pode mais ser alcançado.

- O fracassado tem baixa auto-estima. Idolatra e valoriza as pessoas de sucesso como deuses e mesmo querendo chegar lá, no fundo não se considera digno ou capaz de conseguir.- O fracassado está sempre esperando a condição ideal para começar a agir, mas a hora nunca chega, ele está sempre se preparando.

- O fracassado é reativo, sempre arranja desculpas fora de si para justificar sua situação. Geralmente fala mal do governo, da situação social do país, de algum parente que impede seu crescimento, raramente admitindo que errou. “

O mais triste é que olhando ao redor o que mais vemos são pessoas com estas características. Ávidas consumidoras de livros de auto-ajuda, estão sempre em busca da pedra filosofal do sucesso, sem perceber que o que está errado não é que elas ainda não descobriram o segredo que tanto buscam, mas que seu comportamento as está conduzindo ao fracasso.
Provavelmente todos já ouviram falar ou leram que Thomas Edison era o rei dos erros. Para chegar à lâmpada ele errou milhares de vezes, chegando a irritar e despertar a descrença de seus colaboradores quanto à possibilidade de sucesso de seu novo invento. Ozires Silva, fundador da Embraer lutou contra a pobreza, a descrença e a quebra de expectativa de sua mãe, cujo sonho era de que o filho fosse atendente das Lojas Pernambucanas.

As histórias de sucesso são recheadas de êxito sobre obstáculos quase instransponíveis, força de vontade, ousadia e superação de dificuldades internas. Em nenhum caso de sucesso você descobrirá alguém que leu um livro ou fez um curso e descobriu o segredo e aí então, começou sua escalada ao sucesso. Livros e cursos podem ajudar sim, mas não operam milagres, por isso a enorme descrença quanto aos livros de auto-ajuda que recebem equivocadamente a missão de resolver os problemas de seus leitores. Não há solução em livros e cursos, desconfie dos que apresentam fórmulas e resultados imediatos.

O problema maior está sempre no comportamento da pessoa e nas crenças que ela tem sobre o sucesso. Uma pessoa que se enquadra na descrição de fracassado tem que começar a mudar, em primeiro lugar, a forma de agir e de encarar a busca do sucesso, buscando ser mais autêntico, corajoso, proativo e tentando andar com as próprias pernas através da tentativa e erro, e principalmente, parando de pedir conselhos aos outros ninguém é capaz de saber o que VOCÊ deve fazer com a SUA vida.”

JUST THINK ABOUT IT!!!

TENHA UMA SEMANA ABENÇOADA E CHEIA DE NOVAS CONQUISTAS!

Forte Abraço,
PAULO AUGUSTO

sábado, 25 de setembro de 2010

MARKETING PESSOAL

.....Marketing Pessoal hoje, é a ferramenta mais eficiente de fazer com que seus pensamentos e atitudes, sua apresentação e comunicação, trabalhem a ser favor no ambiente profissional. Além desses detalhes o cuidado com a ética e a capacidade de liderar, a habilidade de se auto-motivar e de motivar as pessoas a sua volta, também fazem parte do Marketing Pessoal.

.....As empresas de hoje analisam muito mais do que sua experiência profissional. A preocupação com o capital intelectual e a ética, são fundamentais na definição do perfil daqueles que serão parceiros/colaboradores.

.....Alguns detalhes merecem atenção especial:

Estar sempre pronto e capacitado para enfrentar mudanças;

Ter consciência da importância da atitude para a concretização de objetivos;

Saber focar os problemas e controlar a preocupação e os sentimentos de frustração e angústia;

Entender e acreditar a própria capacidade de realização e de superação de obstáculos;

Manter-se motivado;

Usar uma forma gentil e atenciosa de tratar as pessoas, de forma que ela trabalhe como seu diferencial;

Seja absolutamente pontual;

Preocupe-se com a objetividade e a honestidade para que você não seja traído com detalhes de menor importância;

Observe com cuidado a roupa que vai usar, adequando-a cuidadosamente à situação e ambiente; ela pode abrir ou fechar portas;

Preocupe-se com o seu linguajar, seu gestual e com o tom da sua voz. Evite gírias ou expressões chulas, controle suas mãos e braços, fale baixo e devagar;

Controle suas emoções mas não as anule, elas são muito importantes para mostrar o seu envolvimento ou comprometimento com o tema que está sendo tratado;

Cuidado com o uso do celular;

Não fale demais nem de menos.